sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Blog em MIGRAÇÃO!

APÓS MUITO TEMPO SEM NADA POSTAR POR AQUI, DECIDI, AOS POUCOS, VOLTAR A MINHA VIDA DE BLOGUEIRO AMADOR.

JÁ CANSADO DO ESTILO DO BLOGGER, ABRI UM NOVO BLOG NA PLATAFORMA WORDPRESS.

AOS POUCOS, VAMOS NOS MUDANDO PARA A NOSSA NOVA "CASA" !

ESPERO TODOS VOCÊS LÁ!




sábado, 7 de novembro de 2015

domingo, 4 de outubro de 2015

Sínodo da Família: a vocação e a missão da família na Igreja e na sociedade...

O Papa Francisco explicou hoje a importância do Sínodo da Família ao presidir o ângelus da janela de seu estúdio no Palácio Apostólico. Logo depois da Missa celebrada na Basílica Vaticano com a que foi inaugurado o Sínodo da Família que leva como tema “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”, o Pontífice saudou os fiéis na Praça de São Pedro e assinalou que os matrimônios por sua união “transmitem a vida a novos seres humanos: convertem-se em pais” e por isso “participam da potência criadora do próprio Deus”.
Os Padres Sinodais, provenientes de todas partes do mundo e reunidos em torno do Sucessor do Pedro, refletirão durante três semanas sobre a vocação e a missão da família na Igreja e na sociedade, para um atento discernimento espiritual e pastoral”, explicou ao início da alocução.
“Teremos nossos olhos fixos em Jesus para identificar, sobre a base de seu ensinamento de verdade e de misericórdia, os caminhos mais oportunos para um trabalho adequado da Igreja com as famílias e pelas famílias, para que o desenho originário do Criador sobre o homem e a mulher possa ser feito e concretizado em toda sua beleza e sua força no mundo de hoje”.
O Santo Padre comentou brevemente as leituras da liturgia do dia e sublinhou que precisamente uma delas é “o texto fundamental do Livro do Gênesis sobre a reciprocidade entre homem e mulher:
“Por isso, o homem deixa seu pai e sua mãe e se une a sua mulher e os dois são uma só carne, quer dizer, uma só vida, uma só existência”.
Mas o Papa advertiu de que isto é possível porque “Deus é amor” e “se participa de sua obra criadora quando se ama com Ele e como Ele”.
“Este é também o amor que Ele doa aos esposos no Sacramento do matrimônio”. É o amor que alimenta sua relação, através de alegrias e dores, momentos serenos e difíceis”.
“É o amor que suscita o desejo de gerar os filhos, de atendê-los, acolhê-los, criá-los e educá-los” e “o mesmo amor que, no Evangelho de hoje, Jesus manifesta às crianças”.
Por isso, “hoje pedimos ao Senhor que todos os pais e educadores do mundo, como também toda a sociedade, façam-se instrumentos daquela acolhida e aquele amor com o que Jesus abraça os mais pequeninos”, explicou o Papa aos fiéis.
“Ele olhe para os seus corações com a ternura e solicitude de um pai e ao mesmo tempo de uma mãe”, sublinhou depois.
Francisco teve também recordou das crianças doentes, abandonadas, exploradas, obrigadas à guerra, rejeitadas”.
“É doloroso ver as imagens das crianças infelizes, com o olhar perdido, que escapam da pobreza e dos conflitos, tocando nas nossas portas e nos nossos corações implorando ajuda”.
Francisco desejou que “O Senhor nos ajude a não ser sociedade-fortaleza e sim uma sociedade-família, capazes de acolher, com regras adequadas, mas acolher”.

“Convido-lhes a sustentar com a oração os trabalhos do Sínodo, para que o Espírito Santo faça os Padres Sinodais plenamente dóceis às suas aspirações”.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Virgem do Silêncio - Cantores de Deus


Em homenagem a NOSSA SENHORA DAS DORES, dedicamos a ela o video da semana!

Nossa Senhora das Dores,

Rogai por nós!



Nossa Senhora das Dores, 15 de setembro

Nossa Senhora das Dores (também chamada Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Soledade, Nossa Senhora das Angústias, Nossa Senhora das Lágrimas, Nossa Senhora das Sete Dores, Nossa Senhora do Calvário, Nossa Senhora do Monte Calvário, Nossa Senhora da Agonia, Mãe Soberana, Virgem das Angústias, ou ainda Nossa Senhora do Pranto, e invocada em latim como Beata Maria Virgo Perdolens, ou Mater Dolorosa).
Os primeiros traços deste piedosa devoção encontram-se nos escritos de Santo Anselmo e de muitos monges beneditinos e cistercienses, tendo nascido da meditação da passagem do Evangelho que nos mostra a dulcíssima Mãe de Deus e São João aos pés da Cruz do divino Salvador.
Muitos Padres da Igreja, como Santo Efrém, Santo Ambrósio, Santo Agostinho e São Bernardo, fizeram comoventes considerações sobre as dores da Mãe de Deus. Esta devoção deve-se, na Igreja, sobretudo, à pregação dos Padres Servitas desde o ano 1230 e entrou na liturgia como memória por obra do Papa Bento XIII em 1724. A festa põe em destaque a participação ativa de Maria nos sofrimentos redentivos de Cristo.
Foi a compaixão da Virgem Imaculada que alimentou a piedade dos fiéis. Somente no século XIV, talvez opondo-se às cinco alegrias de Nossa Senhora, foi que apareceram as cinco dores que variariam de episódios:

1. A profecia de Simeão
2. A perda de Jesus em Jerusalém
3. A prisão de Jesus
4. A paixão
5. A morte

Logo este número passou para dez, mesmo quinze, mas o número sete foi o que prevaleceu. Assim, temos as sete horas, uma meditação das penas de Nossa Senhora, durante a paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo:

Matinas - A prisão e os ultrajes
Prima - Jesus diante de Pilatos
Terça - A condenação
Sexta - A crucifixão
Nona - A morte
Vésperas - A descida da cruz
Completas - O sepultamento

As chamadas Sete Espadas desenvolvem-se por circunstâncias escolhidas dentre as da vida da Santíssima Virgem:

Primeira Espada: Outra não é que a da profecia de Simeão.
Segunda Espada: O massacre dos inocentes, a mandado de Herodes.
Terceira Espada: A perda de Jesus em Jerusalém, quando o Salvador então contava doze anos de idade, feito homem.
Quarta Espada: A prisão de Jesus e os julgamentos iníquos, pelos quais passou.
Quinta Espada: Jesus pregado na Cruz entre os dois ladrões e a morte.
Sexta Espada: A descida da Cruz.
Sétima Espada: A sepultura de Jesus

As sete tristezas de Nossa Senhora formam uma série um pouco diferente:
1. A profecia de Simeão
2. A fuga para o Egito
3. A perda de Jesus Menino, depois encontrado no Templo
4. A prisão e a condenação
5. A Crucifixão e a morte
6. A descida da Cruz
7. A tristeza de Maria, ficando na terra depois da Ascensão.

Nossa Senhora das Dores nos faz, também, compreender a necessidade de unir nossos sofrimentos aos de Cristo. É uma lei do Cristianismo: quanto mais um cristão se aproxima de Cristo, tanto mais ele deve, igualmente, aproximar-se da cruz. Maria soube, portanto, mais do que ninguém, participar da paixão de Cristo.

Oração da Nossa Senhora das Dores: 


Virgem Mãe tão santa e pura, vendo eu tua amargura, possa contigo chorar. Que do Cristo eu traga a morte, sua paixão me conforte, sua cruz possa abraçar! Em sangue as chagas me lavem e no meu peito se gravem, para não mais se apagar. No julgamento consegue que às chamas não seja entregue quem soube em ti se abrigar. Que a santa cruz me proteja, que eu vença a dura peleja, possa do mal triunfar! Vindo, ó Jesus, minha hora, por essas dores de agora, no céu mereça um lugar.

Amém.

domingo, 6 de setembro de 2015

Os quize ensinamentos dos santos sobre a amizade…

Pode ser que muitos de nós sejamos ricos e ainda não nos demos conta. A Palavra de Deus já nos ensinava desde o Antigo Testamento: “Amigo fiel é proteção poderosa, e quem o encontrar, terá encontrado um tesouro. Amigo fiel não tem preço, e o seu valor é incalculável. Amigo fiel é remédio que cura, e os que temem ao Senhor o encontrarão” (Eclo 6, 14-16).
Se Jesus, que é Deus, quis precisar de amigos para seguir sua caminhada neste mundo; imagine nós? O ser humano não pode viver como uma ilha. É como afirmou São João Bosco em sua famosa frase: “Deus nos colocou no mundo para os outros”. Uma grande verdade! Inclusive, podemos dizer até que a partir de Cristo, a amizade tomou um novo sentido, o amigo é aquele que descobriu o valor e a dignidade do irmão, à luz do Evangelho.
Essa sincera amizade, no verdadeiro sentido humano e cristão, se propagou entre os primeiros cristãos refugiados nas catacumbas. A história da Igreja é marcada de exemplos de profundas amizades entre os santos padres, como São Basílio e São Gregório, entre os grandes santos, como São Francisco de Assis e Santa Clara, Santo Ambrósio e Santa Mônica e muitos outros.
Em um de seus belíssimos escritos, São Gregório Nazianzeno, um dos padres da Igreja, escreveu sobre seu amigo São Basílio, e nos explicou um pouco como viviam profundamente a amizade:
“Encontramo-nos em Atenas. Como o curso de um rio, que partindo da única fonte se divide em muitos braços, Basílio e eu nos tínhamos separado para buscar a sabedoria em diferentes regiões. Mas voltamos a nos reunir como se nos tivéssemos posto de acordo, sem dúvida porque Deus assim quis.
Nesta ocasião, eu não apenas admirava meu grande amigo Basílio vendo-lhe a seriedade de costumes e a maturidade e prudência de suas palavras, mas ainda tratava de persuadir a outros que não o conheciam tão bem a fazerem o mesmo. Logo começou a ser considerado por muitos que já conheciam sua reputação.
Que aconteceu então? Ele foi quase o único entre todos os que iam estudar em Atenas a ser dispensado da lei comum; e parecia ter alcançado maior estima do que comportava sua condição de novato. Este foi o prelúdio de nossa amizade, a centelha que fez surgir nossa intimidade; assim fomos tocados pelo amor mútuo.
Com o passar do tempo, confessamos um ao outro nosso desejo: a filosofia era o que almejávamos. Desde então éramos tudo um para o outro; morávamos juntos, fazíamos as refeições à mesma mesa, estávamos sempre de acordo aspirando os mesmos ideais e cultivando cada dia mais estreita e firmemente nossa amizade.
Movia-nos igual desejo de obter o que há de mais invejável: a ciência; no entanto, não tínhamos inveja, mas valorizávamos a emulação. Ambos lutávamos, não para ver quem tirava o primeiro lugar, mas para cedê-lo ao outro. Cada um considerava como própria a glória do outro.
Parecia que tínhamos uma só alma em dois corpos. E embora não se deva dar crédito àqueles que dizem que tudo se encontra em todas as coisas, no nosso caso podia se afirmar que de fato cada um se encontrava no outro e com o outro.
A única tarefa e objetivo de ambos era alcançar a virtude e viver para as esperanças futuras, de tal forma que, mesmo antes de partirmos desta vida, tivéssemos emigrado dela. Nesta perspectiva, organizamos toda a nossa vida e maneira de agir. Deixamo-nos conduzir pelos mandamentos divinos estimulando-nos mutuamente à prática da virtude. E, se não parecer presunção minha dizê-lo, éramos um para o outro a regra e o modelo para discernir o certo e o errado.
Assim como cada pessoa tem um sobrenome recebido de seus pais ou adquirido de si próprio, isto é, por causa da atividade ou orientação de sua vida, para nós a maior atividade e o maior nome era sermos realmente cristãos e como tal reconhecidos”. (Retirado do Ofício das Leituras- 02.01.15)
A verdadeira amizade, além de ser relação entre pessoas é ajuda mútua e caminho espiritual. Podemos perceber isso claramente na vida dos santos.
Em uma de suas catequeses, o Papa Bento XVI destacou:
“Essa é uma característica dos santos: cultivam a amizade, porque é uma das manifestações mais nobres do coração humano e tem em si algo de divino, como Tomás mesmo explicou em algumas quaestiones da Summa Theologiae, na qual ele escreve: ‘A caridade é a amizade do homem com Deus em primeiro lugar, e com os seres que a Ele pertencem’.”
Conheça aqui 15 ensinamentos que os santos nos deixaram sobre a amizade:
1-“Nem sempre o que é indulgente conosco é nosso amigo, nem o que nos castiga, nosso inimigo. São melhores as feridas causadas por um amigo que os falsos beijos de um inimigo. É melhor amar com severidade a enganar com suavidade”. Santo Agostinho
2-“Amando o próximo e cuidando dele, vais percorrendo o teu caminho. Ajuda, portanto, aquele que tens ao lado enquanto caminhas neste mundo, e chegarás junto daquele com quem desejas permanecer para sempre.” Santo Agostinho
3-“Disse muito bem quem definiu o amigo como metade da própria alma. Eu tinha de fato a sensação de que nossas duas almas fossem uma em dois corpos.” Santo Agostinho
4-“A amizade é tão verdadeira e tão vital, que nada mais santo e vantajoso pode-se desejar no mundo.” Santo Agostinho
5-“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa”. Santa Teresa D´Ávila
6-“A amizade com Deus e a amizade com os outros é uma mesma coisa, não podemos separar uma da outra”. Santa Teresa D´Ávila
7-“A amizade, cuja fonte é Deus, não se esgota nunca.” Santa Catarina de Sena
8- “Qualquer amigo verdadeiro quer para seu amigo: 1) que exista e viva; 2) todos os bens; 3) fazer-lhe o bem; 4) deleitar-se com sua convivência; e 5) finalmente compartilhar com ele suas alegrias e tristezas, vivendo com ele um só coração”. São Tomás de Aquino
9-“A amizade diminui a dor e a tristeza”. Santo Tomás de Aquino
10-“Quem com palavras, conversas e ações der escândalos, não é um amigo, mas um assassino de almas.” São João Bosco
11-“Temos de ir à procura das pessoas, porque podem ter fome de pão ou de amizade”. Beata Madre Teresa de Calcutá
12-“As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável”. Beata Madre Teresa de Calcutá
13-“Ama a todos os homens com um grande amor de caridade cristã, mas não traves amizade senão com aquelas pessoas cujo convívio te pode ser proveitoso; e quanto mais perfeitas forem estas relações, tanto mais perfeita será a tua amizade”. São Francisco de Sales
14-“No mundo é necessário que aqueles que se entregam à prática da virtude se unam por uma santa amizade, para mutuamente se animarem e conservarem nesses santos exercícios”. São Francisco de Sales
15-“Faz-nos tanto bem, quando sofremos, ter corações amigos, cujo eco responde a nossa dor”. Santa Teresa de Lisieux
Que neste dia do amigo, possamos refletir: “Que tipo de amigo eu sou?”; e pedir ao Senhor que nos dê a graça de viver santas amizades.


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