terça-feira, 30 de junho de 2009

Propaganda Vocacional Norte-Americana!

Fishers of Men


VALE À PENA ASSISTIR!

'A tentação, por si mesma não é má..."




"A tentação por si mesma não é má, quando sofrida; é mal, ao contrário, procurá-la e o não recorrer aos meios necessários para superá-la. Conheces a tua fraqueza; sabes que a paixão pode dobrar qualquer um, como o fogo pode dobrar o aço. Expondo-se voluntariamente à tentação, não poderias receber ajuda da minha Graça, permanecerias sozinho e fraco, e cairias no mal.
'Quem ama o perigo, nele perecerá' (Eclo. 3,27b). Não tentes o Senhor teu Deus com a presunção! Não esquerças que expor-se voluntariamente nenhuma grave ocasião de pecado, sem verdadeira necessidade, constitui já grave culpa. Foges da ocasião imediatamente e, nunca digas: 'até aqui posso chegar... Isto me é lícito... Ao berro do precipício pararei!...' Tais sugestões vem de satanás. Mesmo quando decides de parar diante do perigo, dificilmente conseguirás, aumentando a paixão e diminuindo a Graça (em ti), ao teu inimigo restaria senão que dar um sopro e ti fazer escorregar e ti percipitar. O que te ensinas a experiência? e por que não ser 'prudente como a serpente?'" (Cf.Mt. 10,16).



Do livro: Vita angelica sulla terra. TOMASELLI, Don Giuseppe. 
Tradução: Frater Henrique Maria, sjs.


sábado, 27 de junho de 2009

“Nós proclamamos Cristo crucificado...”



"os judeus pedem sinais, como os gregos buscam sabedoria; mas nós proclamamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos;mas, para os que são chamados tanto judeus como gregos, Cristo é poder de Deus e sabedoria de Deus. Pois o que é loucura de Deus é mais sábio que os homens, e o que é fraqueza de Deus é mais forte que os homens" (ICor. 1,23-25).


A Santa Mãe Igreja sempre tomou para si esta frase paulina, que exalta a importância da cruz para o cristianismo. Pois a cruz não mais é um símbolo de maldição e ignomínia (cf. Dt. 21,23) como era tida no Antigo Testamento. Mas, tornou-se motivo de honra para todo cristão (cf. Gl. 6,14). Na carta aos Gálatas, Paulo afirma que a cruz antepõe-se a antiga Lei hebraica, pois foi por meio dela que o Senhor Jesus Cristo nos resgatou (Gl. 3,13) e não estamos mais obrigados a ela. Por este motivo, a cruz é “escândalo” para os judeus, como afirma o Apóstolo e uma “loucura” para os pagãos (v.23b). Da cruz que era um mal, o Senhor quis extrair um bem maior, fazendo com que a Sua bênção se estendesse a todo o gênero humano, não importando mais ser judeu ou grego, escravo ou livre, homem ou mulher (cf. Gl. 3,14. 28-29).
Hoje em dia, com o avanço das seitas evangélicas, percebemos que a pregação da cruz nos moldes paulinos vem sendo corrompida. Com o escopo de conquistar fiéis, os ditos “pastores” têm pregado um “cristianismo sem cruz”. Isto a partir do que é agradável e que “soa bem” aos ouvidos alheios. Para muitos, a cruz jamais deixou de ser um símbolo de maldição, como era crido no Antigo Testamento. Se pega um “deus da prosperidade imanente”, pois o sofrimento e infortúnios da vida são tidos como maldição e obra de satanás. Se supostamente padecemos sofrimentos é porque não tomamos posse das bênçãos que “o deus do ouro e da prata” nos quer conceder. Os slogans como “Pare de sofrer!”, “Venha receber a sua bênção!” e coisas do gênero, estão espalhadas por todos os lados. É anunciado somente o Cristo ressuscitado e desprezado o Cristo crucificado pregado por Paulo.
Ao que nos parece, a dicotomia vivida pelos coríntios ainda subsiste nos dias de hoje. Isto talvez, devido a tantas ideologias que estão em alta em nossa sociedade hodierna, como por exemplo, o hedonismo. Sem se dar conta, muitos dos que se dizem cristãos, se tornam “inimigos da cruz de Cristo”, isto não como os “judaizantes” do tempo de Paulo, mas como alguém que inventa um evangelho para si, moldando-o a seu bel-prazer.
Tudo isto, não está longe de nossa Igreja. Pois corremos o mesmo risco de nos deixar influenciar por esta errônea linha de pensamento, a partir do momento que nos esquecemos das palavras do próprio Cristo: “Quem não toma a sua cruz me segue não é digno de mim” (Mt.10,38). Ao assumirmos a nossa cruz, a exemplo de Cristo, seguramente chegaremos a ressurreição com Ele. Pois “os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a glória que há de ser revelada em nós” (Rm. 8,18).

sábado, 13 de junho de 2009

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