segunda-feira, 20 de julho de 2009

20 de julho, dia da amizade!

Hoje é um dia especial, que vale a pena ser lembrado. Pois nos remonta às pessoas que estão a nossa volta e, que caminham conosco; nos ajudando e amparando nos momentos de dor, rejubilando e alegrando-se nos momentos felizes. Sabemos que sempre podemos contar, pois são os NOSSOS AMIGOS! "Amigo é mais que um tesouro, Que só Deus mesmo tem pra dar!"

"Um amigo fiel é uma poderosa proteção; quem o encontrou, descobriu um tesouro.

Nada se pode comparar a um amigo fiel, e nada se iguala ao seu valor.

Um amigo fiel é um bálsamo de vida; os que temem o Senhor acharão tal amigo.

O que teme o Senhor terá também boas amizades, porque o seu amigo será semelhante a ele." (Eclo. 6,14-17).



20 de Julho, Santo Elias (profeta)

Santo Elias é uma das figuras bíblicas mais entrigantes. Ardente de Zelo pelo Senhor Deus, cujo culto era conspurcado em Israel pelos idólatras, Santo Elias não hesitou em degolar 450 sacerdotes de Baal. É considerado pai espiritual da Ordem carmelitana e precursor da devoção à Santíssima Virgem séculos antes de Ela ter nascido. Estava em companhia de Santo Eliseu, seu discípulo perfeito e continuador, quando um carro de fogo, puxado por cavalos também de fogo, o arrebatou aos céus. Deverá voltar no fim do mundo para enfrentar o Anticristo.
Elias foi, diz São Bernardo, “modelo de justiça, espelho de santidade, exemplo de piedade, o propugnador da verdade, o defensor da fé, o doutor de Israel, o mestre dos incultos, o refúgio dos oprimidos, o advogado dos pobres, o braço das viúvas, o olho dos cegos, a língua dos mudos, o vingador dos crimes, o pavor dos maus, a glória dos bons, a vara dos poderosos, o martelo dos tiranos, o pai dos reis, o sal da terra, a luz do orbe, o Profeta do Altíssimo, o precursor de Cristo, o terror dos baalitas, o raio dos idólatras” (De Consideratione, lib. IV, in fine, apud Cornelii a Lapide, Commentaria in Scripturam Sacram, In Librum III Regum, Cap. XVII).



sábado, 11 de julho de 2009

"Nada antepor ao amor de Cristo"


11 de Julho, São Bento (Patriarca dos Monges do Ocidente e Patrono da Europa)

Nasceu pelo ano 480, em Núrcia.‘Bento pela graça e pelo nome, desde a infância tinha um coração adulto’ e, ‘desejando agradar somente a Deus’, pôs-se à escuta do Senhor, que procurava o Seu operário, e vencendo as excitações do espírito, percorreu caminhos ‘duros e ásperos’, isto é, enveredou ‘pelo caminho estreito que conduz à vida’.

Levando vida solitária em alguns lugares, conseguiu que o seu coração ficasse aberto só para Deus; movido unicamente por Seu amor, reuniu outros homens, com quem, como pai, entrasse ‘na escola do serviço do Senhor’. E assim, unindo ao sentimento do próprio dever a prática esclarecida ‘dos instrumentos das boas obras’, ele, e seus companheiros constituíram uma cidadezinha cristã, ‘onde finalmente – como disse Paulo VI, predecessor nosso de recente memória – reinassem o amor, a obediência, a inocência, o ânimo desapegado das coisas do mundo e a arte de usar delas retamente, o primado do espírito, a paz – numa palavra – o Evangelho’.

Praticando assim o que havia de bom na tradição eclesial do Oriente e do Ocidente, o Santo de Núrcia chegou a considerar globalmente o homem, cuja dignidade, como pessoa, inculcou como sem igual.Quando morreu, no ano de 547, já estavam lançados sólidos fundamentos para a disciplina monástica, que, particularmente depois dos sínodos da Idade Carolíngia, tornou-se o monaquismo ocidental.

Este, por meio das abadias e outras casas beneditinas, difundidas por toda parte, constituiu a união primitiva e originária da nova Europa: dizemos da Europa, a cujas ‘gentes, que vivem desde o Mar Mediterrâneo até à Escandinávia, da Irlanda até os territórios abertos da Polônia, os filhos deste Santo – com a cruz, com o livro e com o arado – levaram à civilização cristã”.

São Bento, Rogai por nós!


SÍNDROME DA PORCA LAVADA (II Pd. 2,22).


Todo cristão está sujeito a quedas e deslizes durante a sua caminhada. Isto é bastante comum, até mesmo os santos passaram por isto. Temos por exemplo S. Pedro que negou o Senhor, e tantos outros... Pois o pecado é algo que nos atrai a todo instante, e a Escritura nos exorta a resistirmos firmes na fé.
Contudo, o que se observa em nossa geração atual, que é resultado de tantas revoluções (Revoluções: Francesa, Industrial, e até mesmo Sexual) ao longo da história parecem perder o senso do que é pecado e o que não é e, consequentemente, perderam o medo do inferno. A casa década, estamos perdendo um pouco daquilo que podemos chamar de desejo de transcendência, o qual perpassa toda a Religião Cristã e toda a sagrada Escritura. Desejo este que podemos também traduzi-lo como desejo de santidade, sendo a nossa santidade pessoal a nossa própria felicidade.
Estamos nos tornando, a cada geração, mis imanentes em nosso agir e em nossa maneira de pensar.
O grande apelo do mundo que chama “Carpe dien” se tornou tão forte aos nossos ouvidos que fazemos uma força tremenda para ejetá-lo. Pois hoje em dia, nossa vida está repleta de comodidades e facilidades o que nos faz pensar que podemos ser plenamente felizes aqui neste mundo. O que faz com que muitos tentem equilibrar coisas antagônicas, como a nossa fé católica e o homossexualismo (não critico a pessoa homossexual, mas a prática), divórcios, etc...
Estamos imersos nesta mentalidade hedonista e utilitarista da nossa sociedade contemporânea. Entretanto, o homem de hoje sofre de uma “esquizofrenia da alma”, cujo efeito é a inconstância nas suas decisões: hora diz sim a Deus e não ao mundo e, hora se contradiz, mudando de opinião. Esquecendo o grande chamado de Deus à santidade, a uma vida íntima com Deus (I Ts. 4,7).
Algo que sempre considerei como belo, era quando em minha paróquia de origem se fazia aqueles grandes encontros de conversão para jovens, ligados à RCC paroquial. Tantos jovens que vi voltar desses encontros com um ar de transformação em suas faces...! Encontramos a FELICIDADE, encontramos JESUS – diziam eles. Mas, com o passar do tempo, voltavam sempre às antigas práticas e, muitos deles se tornaram pior do que eram antes de “conhecerem” Jesus. Tudo de acordo como diz S. Pedro em sua segunda Epístola, como a porca lavada que volta ao lamaçal. (“ o último estado torna-se pior do que o primeiro” II Pd. 2,20) Isto, talvez seja devido a falta de consolidação destas vivências, transformando-as em experiências concretas do AMOR DE DEUS. O que ocorre possa ser uma suspensão da vida velha, devido a uma novidade. Quando cessam as novidades, volta-se às antigas práticas. Fica a questão: o que fazer para que as experiências de conversão dos jovens possam ser autênticas? Não só deles, mas de todo aquele que busque o Senhor com sinceridade?

sábado, 4 de julho de 2009

"Meu povo se perde por falta de conhecimento" (Os.4,6).

Algo que está cada vez mais raro de se encontrar são jovens que se importem em se aprofundar da fé cristã católica.
Nas paróquias em que tenho feito pastoral nos fins de semana, muitos dos jovens são parecidos com "vaquinhas de presépio", estão dentro da Igreja, mas... São quase que "levados" pelo hábito de "ser católico". Como se fosse uma etiqueta ou rótulo que o pai ou a mãe os obrigou a pôr.
Nos tempos em que vivemos não dá mais para ser um "católico de carteirinha" ou um "católico Ligth". Caso contrário, ao primeiro soprar de um vento de uma falta doutrina qualquer, se é arrastado, e o dano se torna grande e irreparável
Acordem jovens! Pois o que o Senhor lhes pede é possível ser alcançado:
"O mandamento que hoje te dou não está acima de tuas forças, nem fora de teu alcance"(Dt.30,11). Basta um pouco de boa vontade. Pensem nisto. Pois é aí que mora a FELICIDADE!!!
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