domingo, 28 de março de 2010

Domingo de Ramos da Paixão do Senhor: Hosana ao Filho de Davi!!!



Domingo de Ramos é a festa litúrgica que celebra a entrada de Jesus Cristo na cidade de Jerusalém. É também a abertura da Semana Santa. Nesse dia, são comuns procissões em que os fiéis levam consigo ramos de oliveira ou palmeira, o que originou o nome da celebração. Segundo os Evangelhos, Jesus foi para Jerusalém para celebrar a Páscoa Judaica com os (discípulos). Entrou na cidade como um Rei, mas sentado num jumentinho - o simbolo da humildade - e foi aclamado pela população como o Messias, o Rei de Israel. A multidão o aclamava: "Hosana ao Filho de Davi!" Isto aconteceu alguns dias antes da sua Paixão, Morte e Ressurreição. A Páscoa Cristã celebra então a  Ressurreição de Jesus Cristo.




O papa pediu aos jovens que sigam Cristo e que não temam "as incompreensões e ofensas" que isso demanda. "Hoje renovo a chamada de João Paulo II (criador da Jornada) às novas gerações para que testemunhem com força aprazível e luminosa a verdade, para que aos homens e mulheres do terceiro milênio não falte o modelo mais autêntico, que é Jesus", afirmou o papa.

sábado, 27 de março de 2010

A Hora do Planeta...

A partir das 20:30 até às 21:30 do dia 27/03, o Brasil vai tentar apagar todas as luzes possíveis, por uma hora. Tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas. O site http://www.horadoplaneta.org.br demonstra como ajudar. Não custa nada dar uma olhada e ajudar o planeta a respirar ao menos uma única vez no ano. Eu, particularmente, apagarei as luzes do meu quarto no convento em que moro! Rsrs...









domingo, 21 de março de 2010

V Domingo da Quaresma, Ano C.

5º DOMINGO DA QUARESMA
21 de Março de 2010



LEITURA I – Is 43,16-21


SALMO RESPONSORIAL – Salmo 125 (126)


LEITURA II – Filip 3,8-14



EVANGELHO – Jo 8,1-11

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João:
Naquele tempo,
Jesus foi para o Monte das Oliveiras.
Mas de manhã cedo, apareceu outra vez no templo,
e todo o povo se aproximou d’Ele.
Então sentou-Se e começou a ensinar.
Os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus
uma mulher surpreendida em adultério,
colocaram-na no meio dos presentes e disseram a Jesus:
«Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.
Na Lei, Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres.
Tu que dizes?».
Falavam assim para Lhe armarem uma cilada
e terem pretexto para O acusar.
Mas Jesus inclinou-Se
e começou a escrever com o dedo no chão.
Como persistiam em interrogá-l’O,
ergueu-Se e disse-lhes:
«Quem de entre vós estiver sem pecado
atire a primeira pedra».
Inclinou-Se novamente e continuou a escrever no chão.
Eles, porém, quando ouviram tais palavras,
foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos,
e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio.
Jesus ergueu-Se e disse-lhe:
«Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?».
Ela respondeu:
«Ninguém, Senhor».
Disse então Jesus:
«Nem Eu te condeno.
Vai e não tornes a pecar».


«Quem de entre vós estiver sem pecado
atire a primeira pedra».

O Evangelho de hoje nos faz meditar, mais uma vez, que tidos precisamos da Misericórdia divina. Observemos primeiro que Jesus se encontrava no Templo, a ensinar. Vieram até ele os que eram os "guardiães" da Lei Mosaica, trazendo a mulher pecadora, pega em flagrante.  Jesus, se abaixa e começa a escrever no chão. Isso mostra que ele tem misericórdia daquela mulher em situação humilhante. Depois, percebemos que seu ato de escrever por terra significa que a Lei que os fariseus tanto defendiam de maneira desumana é algo que passa, assim como o vento vai levando a terra onde foi escrita. Notemos que Jesus e posto à prova e não se perturba com isso, e responde aos seus interpeladores: Quem de entre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra. Saem da presença de Jesus os acusadores, a começar dos mais velhos, pois numa sociedade patriarcal como a dos judeus, o ancião era a "coluna vertebral", e por isso, se vão primeiro. 
Ao voltar a se abaixar, Jesus manifesta novamente a misericórdia para com a pecadora. Esta permanece somente diante do Justo, o único que jamais pecou. Jesus a convida a voltar seu coração para Deus e deixar o seu passado de pecados para trás, assim como nos diz são Paulo na 2ª Leitura: esquecendo o que fica para trás, lançar-me para a frente, continuar a correr para a meta, em vista do prémio a que Deus, lá do alto, me chama em Cristo Jesus.

Ao nos voltar para o Senhor misericordioso, percisamos deixar para trás toda e qualquer realidade de pecado e erro que nos prenda ao passado e mandendo os olhos fitos na Cruz do Senhor Cristo Jesus.

Texto da Escritura da Conferência Episcopal Portuguesa


sábado, 20 de março de 2010

O oleiro...

Vídeo da Semana...

Deixemo-nos moldar por Deus, como em analogia deste vídeo!

100 postagens em nosso blogue!

No último domingo, 14/03/2010, alcançamos a postagem de número "100". Esperamos ainda continuar este nosso trabalho de informação da cultura católica e, mais ainda, de evangelização!
Ps.: Esta é a postagem de nº. 106.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Cantora evangélica "profetiza" "onda de avivamento" da Igreja em show na Bahia

Apesar de ser terminantemente contra o uso de músicas evangélicas na Liturgia, ainda era tolerante ao ouvi-las em particular. Pois bem, nesta semana tomei conhecimento de um vídeo em que a líder do Ministério de Música Diante do Trono, lança uma profecia completamente carnal, a qual prega que nós somos praticantes de uma adoração a Maria ("mariolatria") e ainda: que foi a partir no solo baiano por meio das primeiras Missas que entrou a "maldição" no nosso país, dentre tantas abominações. O mais estranho: ela pede que façam um clamor ao ritmo baiano (candomblé) e põem-se a agir como se estivesse possuída por uma entidade africana, onde se enfatiza o subjetivismo, com tamanha falta de respeito a nossa religião católica. Não tenho o que dizer, mas se você é católico e ouve tal ministério anti-católico, assista e mude de opinião:

Cantos Protestantes em Celebrações Católicas...

Muitas pessoas, hoje em dia, pensam que é absolutamente normal e inevitável utilizar cantos protestantes em nossas celebrações (até na Santa Missa!). Pois bem, no ano de 2005, Dom Estêvão publicou um pequeno artigo sobre o assunto que vale à pena ser lembrado:

"Não é conveniente adotar cânticos protestantes em celebrações católicas pelas razões seguintes:

1)  Lex orandi lex credendi (Nós oramos oramos de acordo com aquilo que cremos). Isto quer dizer: exsistem grande afinidade entre as fórmulas de fé e as fórmulas de oração; a fé se exprime na oração já diziam os primeiros cristãos dos primeiros séculos. No século IV, por ocasião da controvérsia ariana ( que debatia a divindade do Filho), os hereges queriam incutir o arianismo através de hinos religiosos, ao que Sto. Ambrósio opôs os hinos ambrosianos.
Mais ainda: nos séculos XVII-XIX o Galicanismo promulgava a existência de igrejas nacionais subordinadas não ao Papa , mas ao monarca. Em conseqüência foi criado o calendário galicano, no qual estava inserida a festa de São Napoleão, que podia ser entendido como um mártir da Igreja antiga ou como sendo o Imperador Napoleão.
Pois bem, os protestantes têm seus cantos religiosos através de cuja letra se exprime a fé protestante. O católico que utiliza esses cânticos, não pode deixar de assimilar aos poucos a mentalidade protestante; esta é, em certos casos,  mais subjetiva e sentimental do que a católica.
2) Os cantos protestantes ignoram verdades centrais do Cristianismo: a Eucaristia, a Comunhão dos Santos, a Igreja Mãe e Mestra... Esses temas não podem faltar numa autentica espiritualidade cristã. 
3) Deve-se estimular a produção de cânticos católicos com base na doutrina da fé."

 Dom Estêvão Bittencourt, OSB
PR, ano XLVI, Junho de 2005, n. 516, p. 288.



Revista Pergunte e responderemos.

É com grande alegria que recebi a permissão das Ed. Lumem Christi, do Rio de Janeiro, para publicar alguns pequenos artigos da antiga revista Pergunte e Responderemos. A qual, o saudoso Dom Estêvão Bittencourt escreveu e editou por mais de 50 anos. Homens como ele nos fazem falta, pois tinha uma ampla  visão da sociedade e da Igreja que é rara. 


Dom Estêvão Bittencourt 
(18/09/1919-14/04/2008)

domingo, 14 de março de 2010

IV Domingo da Quaresma, Ano C.

ANO C

4º DOMINGO DA QUARESMA

14 de Março de 2010.

LEITURA I – Jos 5,9a.10-12

SALMO RESPONSORIAL – Salmo 33 (34)

LEITURA II – 2 Cor 5,17-21

EVANGELHO – Lc 15,1-3.11-32

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas.


Naquele tempo, os publicanos e os pecadores aproximavam-se todos de Jesus, para O ouvirem.  Mas os fariseus e os escribas murmuravam entre si, dizendo: «Este homem acolhe os pecadores e come com eles». Jesus disse-lhes então a seguinte parábola: «Um homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me toca’. O pai repartiu os bens pelos filhos.Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todos os seus haveres, partiu para um país distante e por lá esbanjou quanto possuía, numa vida dissoluta. Tendo gasto tudo, houve uma grande fome naquela região e ele começou a passar privações.  Entrou então ao serviço de um dos habitantes daquela terra,que o mandou para os seus campos guardar porcos. Bem desejava ele matar a fome com as alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava. Então, caindo em si, disse: ‘Quantos trabalhadores de meu pai têm pão em abundância, e eu aqui a morrer de fome! Vou-me embora, vou ter com meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho, mas trata-me como um dos teus trabalhadores’. Pôs-se a caminho e foi ter com o pai. Ainda ele estava longe, quando o pai o viu: encheu-se de compaixão e correu a lançar-se-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos. Disse-lhe o filho: ‘Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos servos: ‘Trazei depressa a melhor túnica e vesti-lha. Ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei o vitelo gordo e matai-o. Comamos e festejemos, porque este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado’. E começou a festa. Ora o filho mais velho estava no campo. Quando regressou, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos servos e perguntou-lhe o que era aquilo. O servo respondeu-lhe: ‘O teu irmão voltou e teu pai mandou matar o vitelo gordo, porque ele chegou são e salvo’. Ele ficou ressentido e não queria entrar. Então o pai veio cá fora instar com ele. Mas ele respondeu ao pai: ‘Há tantos anos que eu te sirvo, sem nunca transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito para fazer uma festa com os meus amigos. E agora, quando chegou esse teu filho, que consumiu os teus bens com mulheres de má vida, mataste-lhe o vitelo gordo’. Disse-lhe o pai: ‘Filho, tu estás sempre comigo e tudo o que é meu é teu. Mas tínhamos de fazer uma festa e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado’».

"Quando o pai o viu: encheu-se de compaixão e correu a lançar-se-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos".

O Evangelho de hoje nos propõe a parábola do Filho Pródigo (esbanjador). Que, na minha opinião, é uma das mais belas parábolas da S. Escritura. Ainda no caminho para  Jerusalém, Jesus se depara com o questionamento dos fariseus e mestres da lei, os quais não compreendem o fato de Jesus se deixar ladear por pecadores. Parábola esta, que nos mostra a imensidão da Misericórdia de Deus. Todos somos pecadores e, o único homem que foi verdadeiramente justo  foi Jesus. E ele mesmo assumiu a nossa condição de pecado para nos redimir. Olhando por um outro prisma, pessoalmente quando leio esta parábola, não me ponho no lugar do filho pródigo, mas no lugar do filho ciumento ( o mais velho). Este que simbolizava os fariseus e mestres da lei. Este que se sentem indiginados com o Pai Misericordioso que sempre acolhe, ama e perdoa. Esta figura abaixo pertence ao pintor Rembrandt que retratou brilhantemente a parábola em questão. Vale à pena ser admirada!

Refletindo ainda...
Esta parábola convida-nos, finalmente, a não nos deixarmos dominar pela lógica do que é “justo” aos olhos do mundo, mas pela “justiça de Deus”, que é misericórdia, compreensão, tolerância, amor. Com que critérios julgamos os nossos irmãos: com os critérios da justiça do mundo, ou com os critérios da misericórdia de Deus? A nossa comunidade é, verdadeiramente, o espaço onde se manifesta a misericórdia de Deus?




Texto extraído do site da Conferência Episcopal Portuguesa






sábado, 13 de março de 2010

Quando Tudo Falta...

                                  

"...Quando tudo falta e é grande demais a agonia,
Entra na igreja, quietinha e contempla a
Mãe de Deus, Maria.
Seja o que for o que soframos, sejam quais
forem os nossos ais,
Sempre que os filhos sofrem, a Mãe ainda
sofre mais.
Olha aquela que está ali, sem quaixa e sem esperança, esperando.
Como pobre que encontra outro mais pobre,
e ficam, calados, se olhando..."
Claudel.

segunda-feira, 8 de março de 2010

III Domingo da Quaresma, Ano C.


ANO C
3º DOMINGO DA QUARESMA

7 de Março de 2010


LEITURA I – Ex 3,1-8a.13-15.

SALMO RESPONSORIAL – Salmo 102 (103).

LEITURA II – 1 Cor 10,1-6.10-12


EVANGELHO – Lc 13,1-9


Segunda Leitura:
Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
Irmãos:
Não quero que ignoreis
que os nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem,
passaram todos através do mar
e na nuvem e no mar,
receberam todos o batismo de Moisés.
Todos comeram o mesmo alimento espiritual
e todos beberam a mesma bebida espiritual.
Bebiam de um rochedo espiritual que os acompanhava:
esse rochedo era Cristo.
Mas a maioria deles não agradou a Deus,
pois caíram mortos no deserto.
Esses fatos aconteceram para nos servir de exemplo,
a fim de não cobiçarmos o mal,
como eles cobiçaram.
Não murmureis, como alguns deles murmuraram,
tendo perecido às mãos do Anjo exterminador.
Tudo isto lhes sucedia para servir de exemplo
e foi escrito para nos advertir,
a nós que chegamos ao fim dos tempos.
Portanto,
quem julga estar de pé
tome cuidado para não cair.


REFLEXÃO:

Como já falamos em outra ocasião, a Quaresma é um tempo forte de conversão que a Igreja, como sábia Mãe, nos propõe a viver. Conversão esta que desde os tempos apostólicos os cristãos eram motivados a viverem constantemente. Pois se cria que a volta de Jesus era iminente. Como sabemos, a cidade de Corinto era uma cidade portuária, onde florescia a cultura greco-romana com seus vícios e desregramentos morais.De acordo com o livro dos Atos dos Apóstolos, Paulo quando esteve nessa cidade, em sua segunda viagem missionária (At. 18,1-18), estabeleceu nela uma comunidade cristã, isto é, uma igreja.
É a este povo, recém-saído do paganismo que o Apóstolo exorta a permanecer fiel. Eles, apesar de serem judeus, eram de língua grega e, também de costumes gregos. Por isso, São Paulo parte de uma comparação com os antigos israelitas.
O que podemos extrair hoje para a nossa vivência quaresmal é que o processo de conversão não é algo instantâneo ou mágico, mas se dá com muito esforço e perdura toda a vida. Não podemos imaginar que, ao fim desta Quaresma estaremos todos "santos", prontos e acabados. 




Reflitamos ainda...
 - Os sacramentos não são ritos mágicos que transformam o homem em pessoa nova, quer ele queira quer não. Eles são a manifestação dessa vida de Deus que nos é gratuitamente oferecida, que nós acolhemos como um dom, que nos transforma e que nos torna “filhos de Deus”. É nessa perspectiva que encaramos os momentos sacramentais em que participamos? É isto que procuramos transmitir quando orientamos encontros de preparação para os sacramentos?


Texto da II Leitura extraído do site da Conferência Episcopal Portuguesa



sábado, 6 de março de 2010

"O Caminho" ---> The Way

O Vídeo da Semana...
Com certeza é este vídeo dos Legionários de Cristo. Onde Jovens seminaristas mostram  o caminho melhor a seguir   ====> JESUS CRISTO!

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