terça-feira, 15 de novembro de 2011

Abaixo Assinado contra Balada sacrílega em Manaus

Foi noticiado no site Petição Pública um protesto contra uma certa balada para jovens um tanto estranha (por que não dizer diabólica?!), denominada "M. I. S. S. A." O site diz:

“Trata-se de abaixo assinado contra o evento M.I.S.S.A, realizado em vários estados brasileiros, e em Manaus acontecerá precisamente no dia 17/12/2011. O referido evento além de utilizar o mesmo nome aplicado ao culto Católico(Missa), ainda emprega o uso das vestimentas utilizadas pela Igreja nos seus promotores para que os mesmos recepcionem os participantes da festa. Também recepciona os convidados um grupo de anões fantasiados de anjos, padres e demônios, e a mesa utilizada pelo DJ condutor da festa é decorada para dar a entender tratar-se de um altar. Há também dois adesivos, um verde escrito “peco” e outro vermelho dizendo “não peco”. Não é preciso muita inteligência para saber o que isso significa. Há também o tal do 'PAPArazzo', um fotógrafo fantasiado de Papa para fotografar as pessoas durante a festa.”

Pedimos a todos os católicos, em especial nossos seguidores que entrem no site citado acima e assinem a petição contra tal balada sacrílega. Os símbolos de nossa religião, ou de qualquer outra, não devem ser banalizados desta maneira tão deplorável. 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A ciência humana fez recuar o "império da morte", mas não o aboliu!


Morar em uma cidade grande, como nossa melalópole chamada São Paulo, há suas conpensações. Entretanto, percebo um fenômeno muito lastimável que é corriqueiro em nossas cidades: as pessas se esquecem que vão passar. Muita gente imagina que suas vidas não têm fim, “a do coitado do vizinho que eu mal conheço, esta sim termina, mas a minha não!” São ideias como esta que subjaz no inconciente coletivo de muitas pessoas.
Pietá(bronze) sepultura - cemitério da Consolação, SP.
Mas há algumas decadas não era bem esta a mentalidade que vigorava entre nós. Na época de nossos avós e bisavós as pessoas tinham mais viva em suas mentes o que podemos chamar de império da morte[i], que sendo algo visível e palpável assombrava-os todos os dias. Todos temos relatos de parentes que morreram por causa de uma unha infeccionada ou um dente que tenha inflamado, ou de gripe, etc... Quando a vida era curta, o que lhes restavam senão, a pegar-se a religiosidade. Nos países de tradição católica, o único grande recurso diante da morte  iminente  era chamar o sacerdote, os seus ritos era um caminho que os fazia alcançar um “morrer em paz”. Segundo o Pe. Léon Burdin, esta era uma realidade a céu aberto, e todos sabiam que passariam por ela! O sacerdote quando vinha em auxilio ao moribundo, estado apoiado na autêntica espiritualidade cristã, dava um sentido a este inevitável destino humano, onde a pessoa se mantinha firme ante a dor e o sofrimento que era imersa. Não haviam particamente recussos médico-hospitalares e as pessoas se abituavam com isso.
Para ilustrar isso, perquisas apontam que em 1900, as pessoas da Europa desenvolvida morriam com 45 anos. Hoje, a média já chega a 80 anos em vários países. E esse crescimento continua. Segundo dados mais recentes da ONU (Organização das Nações Unidas), uma pessoa que nasceu em 1950 tinha, em média, 46,5 anos de vida pela frente. Um neto nascido em 2000 deverá viver 65 anos. O neto do neto, que venha ao mundo em 2050, vai morrer aos 75,1 anos. o IBGE prevê que só em 2030 o Brasil deverá superar a barreira dos 80 anos de expectativa de vida[ii]. No início desta semana, a Humanidade veio a completar um número antes nunca alcançado: a população mundial chega à marca de 7 bilhões habitantes! E  cada vez mais é fortalecida a ideia de que a morte demorará a chegar, como já dito. Por mais que a Humanidade pense não precisar de Deus, de ter alcançado a plenitude de sua autonomia, e tenha criado para si esta pseudo-imortalidade, a realidade da morte continua sendo algo presente. Apenas fez recuar o império da morte. O único que nos liberta desta terrivel realidade, dando-nos esperança e coragem é Jesus, nosso Salvador!


“Eu vim para que as ovelhas tenham vida e para que a tenham em 
abundância” (Jo. 10,10b).


[i] BURDIN, Léon. Morrer, uma obra de arte. São Paulo:Paulinas, 2002 (col. Adultos em Cristo).
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