terça-feira, 16 de abril de 2013

terça-feira, 9 de abril de 2013

LADAINHA DA HUMILDADE

(versão completa - Card. RAFAEL MERRY DEL VAL, Secretário de São Pio X).


Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade nós.
Senhor, tende piedade de nós.


Jesus manso e humilde de coração: ouvi-nos.
Jesus manso e humilde de coração: atendei-nos.
Jesus manso e humilde de coração: fazei o nosso coração semelhante ao Vosso.

Do desejo de ser estimado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser amado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser procurado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser louvado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser honrado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser preferido, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser consultado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser aprovado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser adulado, livrai-me, Jesus!

Do temor de ser humilhado, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser desprezado, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser rejeitado, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser caluniado, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser esquecido, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser ridicularizado, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser escarnecido, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser injuriado, livrai-me, Jesus!

Que os outros sejam mais amados do que eu
– Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que os outros sejam mais estimados do que eu
 – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que os outros possam crescer na opinião do mundo e que eu possa diminuir
– Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que aos outros seja concedida mais confiança no seu trabalho e que eu seja deixado de lado
– Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que os outros sejam louvados e eu esquecido
 – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que os outros possam ser preferidos a mim em tudo
– Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que os outros possam ser mais santos do que eu, contanto que eu pelo menos me torne santo como puder – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!

Ó Maria, Mãe dos humildes, rogai por nós!
São José, protetor das almas humildes, rogai por nós!
São Miguel, que fostes o primeiro a lutar contra o orgulho e o primeiro a abatê-lo, rogai por nós!
Ó justos todos, santificados a partir do espírito de humildade, rogai por nós!

ORAÇÃO: Ó Deus, que, por meio do ensinamento e do exemplo do Vosso Filho Jesus, apresentastes a humildade como chave que abre os tesouros da graça (cf. Tg 4,6) e como início de todas as outras virtudes – caminho certo para o Céu – concedei-nos, por intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, a mais humilde e mais santa de todas as criaturas, aceitar agradecendo todas as humilhações que a Vossa Divina Providência nos oferecer. Por N. S. J. C. que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo. Amém.


sábado, 6 de abril de 2013

2º Domingo da Páscoa: A Festa da Misericórdia!


Nosso Senhor pediu a Santa Faustina que a Sua misericórdia fosse celebrada todos os anos por meio de uma solene Festa: "Desejo que o primeiro domingo depois da Páscoa seja a Festa da Misericórdia" (299).

"Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Neste dia estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. 
A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo em se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como escarlate. 
A minha misericórdia é tão grande que, por toda a eternidade, nenhuma mente, nem humana, nem angélica a aprofundará. Tudo o que existe saiu das entranhas da Minha misericórdia. Toda alma contemplará em relação a Mim, por toda a eternidade, todo o Meu amor e a Minha misericórdia. A Festa da Misericórdia saiu das Minhas entranhas. Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa" (699).

2º Domingo da Páscoa, ano C.


   Informações básicas
- Somos a Igreja Apostólica
- Oração – Deus de Eterna Misericórdia.
- 1ª Leitura At. 5,12-16; Sl. 117; Ap. 1,9-13.17-19; Jo. 20, 19-31.

“A Paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio".

O contexto do Evangelho de hoje se dá ainda no domingo, o "Dia do Senhor". Percebemos que agora Jesus é capaz de atravessar barreiras externas e internas do homem. Enquanto atravessa portas, também pode atravessar o medo dos discípulos, por meio do dom da sua paz. A paz para aqueles que tinham medo da morte, a paz para aqueles que vivem sem esperança.

A paz é mais do que ausência de conflitos, mas sim, bem-estar, saúde total, alegria, felicidade de quem a recebe. Nossa língua é incapaz de expressar com exatidão a profundidade de tal verbete. Este dom só é alcançado a partir da experiência com o Cristo. Tal experiência que faz de nós testemunhas enviadas por Cristo, assim como os apóstolos.
No centro da narração evangélica está a profissão de fé de Tomé, após o seu gesto de incredulidade. Hoje, ao celebrarmos o Domingo da Misericórdia, lembremos que a incredulidade é uma terrível barreira que impede o acesso a Misericórdia de Deus. O próprio Jesus disse a Sta. Faustina:  "Oh! como me fere a incredulidade da alma!" (Diário, 300).

·         Quantas vezes, ao ler este evangelho, nós recriminamos a atitude de Tomé, porém, quando a coisa aperta, somos capazes de agir igual ou pior do que ele!


São Tomé foi instrumento da Providência para que nós assumamos hoje a bem-aventurança de crer nas testemunhas do ressuscitado e também ser testemunhas do Ressuscitado. Pois, uma testemunha autêntica de Cristo, deve pautar a sua vida na fé. Para possuir em si a paz que o Jesus lhe concede. Por isso, ao fazer parte da Igreja - do Corpo do Ressuscitado - essa paz vem ao nosso coração pelo sopro do Espírito.

A nossa Igreja é apostólica, surge do grupo apostólico e por consequência continua a obra salvadora dada pelo Cristo, daquele que está no meio dos candelabros, está presente para sempre na Igreja e pelo Espírito continua sua obra salvadora, para que hoje e sempre experimentemos que sua misericórdia é eterna.  

Fontes:

Notas exegéticas de estudo: Bíblia do Peregrino;
Dicas de homilia: Padre Micael de Moraes http://esquemasdehomilias.blogspot.com.br/

Domingo da Páscoa, ano C.


Domingo da Páscoa, C.
Primeira leitura (Atos dos Apóstolos 10,34a.37-43)
Salmo (Salmos 117)
Segunda leitura (Colossenses 3,1-4)
Evangelho (João 20,1-9)

"O outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro".

A Ressurreição do Senhor Jesus é, para toda a Humanidade, um fato histórico. Porém, não testemunhado por homem: só a Trindade o presencia.  Da mesma forma como na criação não houve testemunhas, na "recriação" do homem que, celebramos hoje no homem-Deus Jesus Cristo, isto é, em sua ressurreição também não houve testemunhas.  É em si mesmo, um fato de fé da nossa parte.
Segundo São João, o primeiro a crer na ressurreição foi o discípulo amado (nosso modelo no discipulado, ideal). Vemos no Evangelho que nos é narrado hoje, que Maria Madalena foi a primeira a propagar a novidade do sepulcro vazio. Isto por razões que desconhecemos, pois em seu tempo a mulher não era tida como testemunha fidedigna em qualquer situação.
João descreve ainda como que uma "corrida" entre os dois discípulos. Pedro é o chefe dos apóstolos, instituído por Jesus, mas o discípulo predileto é impulsionado pelo amor, por isso, chega primeiro.
Ele olha pra dentro, mas não entra, pois o primado é de Pedro! Por isso, é Pedro a entrar primeiro no sepulcro.
O interessante é que ambos veem os sinais, as pistas deixadas para trás por Jesus. Mas somente aquele que possui o coração tomado pelo amor é quem chega a fé: ele ressuscitou!
O amor é a força motora que deve reger o coração de todo discípulo!
O mesmo Pedro que teve dificuldades para crer na ressurreição na passagem evangélica, é quem nos apresenta a fé cristã na ressurreição na primeira leitura: "Deus o ressuscitou no terceiro dia!..." Precisamos assumir nosso lugar no discipulado e também nós necessitamos de ter uma adesão de fé mais viva e autêntica, a ponto de testemunhar que Jesus Cristo vive! Esta verdade de fé tem poder de mudar muitas vidas. Basta que abramos o nosso coração para acolhê-la. O cristão não vive se não, para dar esse testemunho ao mundo. Nós testemunharemos Jesus Cristo, morto e ressuscitado até o Dia em que nossa vida se revestir de glória e proclamarmos na presença do Senhor ressuscitado, como o salmista cantou: “Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos”.




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