sábado, 6 de abril de 2013

2º Domingo da Páscoa, ano C.


   Informações básicas
- Somos a Igreja Apostólica
- Oração – Deus de Eterna Misericórdia.
- 1ª Leitura At. 5,12-16; Sl. 117; Ap. 1,9-13.17-19; Jo. 20, 19-31.

“A Paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio".

O contexto do Evangelho de hoje se dá ainda no domingo, o "Dia do Senhor". Percebemos que agora Jesus é capaz de atravessar barreiras externas e internas do homem. Enquanto atravessa portas, também pode atravessar o medo dos discípulos, por meio do dom da sua paz. A paz para aqueles que tinham medo da morte, a paz para aqueles que vivem sem esperança.

A paz é mais do que ausência de conflitos, mas sim, bem-estar, saúde total, alegria, felicidade de quem a recebe. Nossa língua é incapaz de expressar com exatidão a profundidade de tal verbete. Este dom só é alcançado a partir da experiência com o Cristo. Tal experiência que faz de nós testemunhas enviadas por Cristo, assim como os apóstolos.
No centro da narração evangélica está a profissão de fé de Tomé, após o seu gesto de incredulidade. Hoje, ao celebrarmos o Domingo da Misericórdia, lembremos que a incredulidade é uma terrível barreira que impede o acesso a Misericórdia de Deus. O próprio Jesus disse a Sta. Faustina:  "Oh! como me fere a incredulidade da alma!" (Diário, 300).

·         Quantas vezes, ao ler este evangelho, nós recriminamos a atitude de Tomé, porém, quando a coisa aperta, somos capazes de agir igual ou pior do que ele!


São Tomé foi instrumento da Providência para que nós assumamos hoje a bem-aventurança de crer nas testemunhas do ressuscitado e também ser testemunhas do Ressuscitado. Pois, uma testemunha autêntica de Cristo, deve pautar a sua vida na fé. Para possuir em si a paz que o Jesus lhe concede. Por isso, ao fazer parte da Igreja - do Corpo do Ressuscitado - essa paz vem ao nosso coração pelo sopro do Espírito.

A nossa Igreja é apostólica, surge do grupo apostólico e por consequência continua a obra salvadora dada pelo Cristo, daquele que está no meio dos candelabros, está presente para sempre na Igreja e pelo Espírito continua sua obra salvadora, para que hoje e sempre experimentemos que sua misericórdia é eterna.  

Fontes:

Notas exegéticas de estudo: Bíblia do Peregrino;
Dicas de homilia: Padre Micael de Moraes http://esquemasdehomilias.blogspot.com.br/

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