sexta-feira, 12 de julho de 2013

15º Domingo do Tempo Comum C.

Informações básicas:
- O Bom Samaritano.
- Oração – a luz da verdade para ser cristão.
- 1ª Leitura Dt 30, 10-14; Sl 68; Cl 1, 15-20; Lc 10, 25-37.

“Quem é o meu próximo?”


                EXPLICAR O SENTIDO DOS TRÊS SINAIS DA CRUZ E O SIGNIFICADO COM A 1ª LEITURA.
Ø  Pedimos a Deus que a força da mensagem de Cristo penetre a nossa mente, a nossa palavra e a nossa vida. Que Ele ilumine a nossa inteligência para compreendermos bem a sua mensagem; que possamos professar a nossa fé, por nossas palavras e agir de acordo com ela.

Todo mandamento da Lei de Deus é embasado no Amor. E tem como sua plenitude o Amor. Percebemos que cumprir os mandamentos de Deus está ao alcance de todo homem, se assim o desejar (1ª. Leitura). Pois, todos somos capazes de amar.
Hoje, um mestre da Lei faz uma pergunta a Jesus.  A resposta é óbvia: para alcançar a vida eterna é preciso amar a Deus e amar o próximo. Assim, o Evangelho sugere que essa vida plena não está no cumprimento de determinados ritos. O mestre da lei queria restringir o conceito de próximo, amar somente os seus, Jesus alarga a sua visão mostrando que o próximo é aquele que ama e é amado, amor efetivo e afetivo, que é ir ao encontro da necessidade do próximo. O “próximo” é qualquer um que necessita de nós, seja amigo ou inimigo, conhecido ou desconhecido, compatriota ou de outra nacionalidade qualquer. Como exemplo, apresenta-se a figura de um samaritano – um herege, um infiel, segundo os padrões judaicos, mas que é capaz de deixar tudo para estender a mão a um irmão caído na beira da estrada. “Vai e faz o mesmo” – diz Jesus a cada um dos que o querem seguir no caminho da vida plena.
Neste gesto do samaritano, a Igreja de todos os tempos (a comunidade dos que caminham ao encontro da vida plena, da salvação) reconhece um aspecto fundamental da sua missão: a de levantar todos os homens e mulheres caídos nos caminhos da vida. Quando amamos verdadeiramente, nos identificamos  com os outros, pois somos todos iguais, e vemos no outro o Cristo, pois é o primogênito de toda a Criação, a imagem de Deus que se faz carne, assim cumprimos toda a lei, pois amando o próximo aprendemos a amar a Deus a quem não vemos, essa é a humildade que nos ajuda a buscar verdadeiramente a Deus.



Dicas de homilia: Padre Micael de Moraes http://esquemasdehomilias.blogspot.com.br/

Comentários da Conferência  Episcopal Portuguesa: http://www.ecclesia.pt/cgi-bin/comentario.pl?id=698


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