sábado, 21 de setembro de 2013

"Ajudar não doi..."

Um comercial produzido na Tailândia, publicado no YouTube na última quinta-feira (11), está comovendo internautas do mundo inteiro. O vídeo conta a história do dono de um restaurante que sempre ajudou ao próximo e acredita no real sentido da generosidade. 
Quando o personagem principal do comercial fica doente, um desfecho inesperado mostra como pequenos gestos no dia a dia podem mudar vidas. A propaganda é da operadora de telefonia True Move e tem como slogan a frase: “Generosidade é a melhor forma de comunicação”.

Em uma semana o vídeo original (com legendas em inglês) já alcançou superou a marca de sete milhões de acessos. Confira no link (foto) abaixo:




quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Os primeiros seis meses do "Papa da misericórdia".

A eleição, realizada em um tempo muito curto, assim como a de seu antecessor, foi uma surpresa. Também foi uma surpresa, um mês antes, o anúncio da renúncia de Bento XVI. Há dois elementos que saltam à vista e que ajudam a explicar a atenção e a simpatia que Francisco suscita, inclusive em ambientes “afastados”. Uma atenção e simpatia que não dão mostras de diminuir, apesar das previsões sobre o fim da “lua de mel” midiática feitas pelos que parecem sentir saudades dos tempos recentes da “Igreja sob ataque”.

Papa Francisco junto a um ex-tóxico dependente (JMJ-Rio).
O primeiro elemento é o testemunho pessoal da mensagem evangélica: pequenos e grandes gestos, as pequenas ou grandes decisões cotidianas, sua capacidade para reunir-se com todos e falar a todos, seu ser simplesmente ele mesmo, tornaram-no não apenas confiável, mas, sobretudo, próximo. O Papa é visto por muitíssimas pessoas em todo o mundo como “um de nós”. Basta recordar o tempo que passa com as pessoas antes e depois das audiências das quartas-feiras para perceber esta proximidade do bispo de Roma, que não tem medo da ternura. Quanto aos demais, as mudanças que houve são evidentes para todos, em sintonia com o inédito nome que o Papa jesuíta escolheu.
O segundo elemento é o magistério nas homilias diárias da missa na capela de Santa Marta. Breves comentários sobre a leitura do dia, que se converteram em um encontro esperado. Uma espécie de “catequese em migalhas” e ao mesmo tempo profunda e capaz de chegar diretamente ao coração das pessoas. Este magistério, definido por alguns como “fervorzinho”, é acompanhado dia após dia pelos crentes, muito mais que as grandes encíclicas ou os grandes debates culturais.
A mensagem mais importante para Francisco, como ele mesmo disse na homilia da missa na paróquia vaticana de Santa Ana, em 17 de março, é o da misericórdia. “Sem a misericórdia – disse aos bispos brasileiros em julho –, há pouco a se fazer hoje, para se inserir em um mundo de feridos que necessitam de compreensão, perdão e amor”. Necessitamos de uma Igreja, acrescentou: “capaz de fazer companhia… capaz de decifrar a noite contida na fuga de tantos irmãos e irmãs”. Necessitamos de uma Igreja “que não tenha medo de entrar na noite deles e que seja capaz de cruzar com o seu caminho”.

Que outra coisa, senão justamente esta, teria impulsionado Francisco a tomar caneta e papel para responder pessoalmente às perguntas de Eugenio Scalfari sobre a fé e sobre a figura de Cristo?
Também é compreensível que haja muita expectativa nos ambientes eclesiásticos e midiáticos em relação às anunciadas reformas estruturais: maior agilidade da Cúria, a urgente, necessária e radical cura dos órgãos financeiros vaticanos, tantas vezes ocasião de contra-testemunhos evangélicos; as nomeações nos dicastérios da Santa Sé. Todas elas reformas necessárias, que devem ter um único critério, como explicava o cardeal Bergoglio em sua intervenção durante as congregações gerais antes do Conclave: o do “bem das almas”.


No entanto, como observou o padre Federico Lombardi, este aspecto das “chamadas reformas de estrutura” (tão discutidas entre os especialistas do setor) não deve ser menosprezado. Porque, como disse Lombardi à Rádio Vaticano, “o que conta é o coração da reforma perene da vida da Igreja, e neste sentido o Papa Francisco, com o exemplo, com sua espiritualidade, com sua atitude de humildade e proximidade, quer aproximar-nos de Jesus, quer converter-nos em uma Igreja peregrina, que está perto da humanidade de hoje, em particular da humanidade que sofre e necessita mais do que ninguém da manifestação do amor de Deus”.É justamente esta atitude de “humildade e de proximidade”, esta volta ao essencial da fé cristã e à radicalidade evangélica, a marca que caracteriza estes primeiros seis meses. Uma atitude que dá a força e a credibilidade necessárias a mensagens como aquela em que pedia a paz na Síria, que deu lugar a um evento extraordinário, sem precedentes, como a vigília de 07 de setembro. Com o Papa que rezou durante quatro horas na Praça São Pedro, aos pés do ícone mariano “Salus Populi Romani” e depois na adoração eucarística.

A reportagem é de Andrea Tornielli e publicada no site Vatican Insider




Ex-luterano é ordenado sacerdote beneditino no Monte Sião.

Pe. Nikodemus, OSB.
Quando jovem, o pe. Nikodemus estava longe de imaginar que seria ordenado sacerdote da Abadia da Dormição. De origem alemã, ele nasceu numa família luterana. Aos 13 anos, junto com a mãe, converteu-se à Igreja Católica. O convite do Senhor a uma vocação monacal na Terra Santa ecoou desde aqueles tempos e o agora pe. Nikodemus entrou na abadia alemã do Monte Sião.

Acompanhado pela mãe, por muitos amigos alemães e por muitos religiosos da Terra Santa, Nikodemus recebeu a imposição das mãos e a unção com o santo crisma das mãos do bispo dom Shomali. Ele tinha feito a profissão solene em 2004 e fora ordenado diácono em 2009.

Momento da ordenação.
Na homilia, dom Shomali pediu do jovem padre muita atenção à tarefa que estava prestes a receber. É uma tarefa dupla: "santificar o povo cristão" e fazê-lo "em conformidade com o mistério da cruz do Senhor".

O pe. Nikodemus celebrou a primeira missa e assistiu ao concerto de canto gregoriano oferecido pelo Consortium Vocale Oslo na igreja de Santa Ana, em 16 setembro. Os oito coristas, sob a direção de Alexander Schweitzer, já tinham cantado para o pe. Nikodemus na sua ordenação e primeira missa.
O novo sacerdote permanece no mosteiro da Dormição, onde uma das suas missões é concluir o doutorado em teologia.

Sua primeira missa.




(Fonte: Patriarcado Latino de Jerusalém, 18/09/2013/ Tradução: ZENIT)

Retornando...

Depois de alguns meses parado (devido a uma série de eventos que exigiram muito de mim, como ordenação e mudança para a Itália...) Estamos de volta com nosso blog! 
Com a graça de Deus, organizaremos novas mudanças em nosso blog. Aguardem!!!



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